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O cristão e a política

Ano após ano cresce a chamada “bancada evangélica”, esse grupo tem alcançado grande força política, isso é indiscutível, a cada ano temos mais e mais candidatos “evangélicos” pleiteando um cargo político, ano passado tivemos um candidato membro da nossa igreja, e tive que responder a mesma pergunta várias vezes; O CRISTÃO PODE SE ENVOLVER EM POLÍTICA?. Os cristãos (e em especial os evangélicos) brasileiros nutrem uma aversão à política. Principalmente por esta estar associada a homens corruptos, cristãos de campanha, mentiras eleitoreiras, apostasia, satisfação de interesses pessoais, coisas que deixam o eleitor desconfiado das reais motivações que levam determinado candidato a lutar tanto por tal cargo. Unido a isto, temos uma fé afastada dos negócios do mundo, e então temos os destinos da sociedade entregue a incrédulos. Precisamos compreender melhor o papel do CIDADÃO e principalmente do CRISTÃO e aprender a viver um evangelho integral, que tenha uma palavra de juízo e graça para todas as esferas da vida humana, manifestando o Reino de Deus em nosso mundo. Leia mais

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Porque não sou Missão Integral

Pronto, voltamos ao passado outra vez, nem sei onde postei a frase:

Evangelho todo, para o homem todo, para todos os homens

Nisso recebi um email parabenizando-me pela iniciativa e coragem de levantar a bandeira da TMI – Teologia da Missão Integral, ao que respondi, não sei onde postei essa frase, e se postei, com certeza não foi uma referencia a TMI, uma vez que NÃO ADEPTO DA MISSÃO INTEGRAL, pelo contrário. Leia mais

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Dizimar ou não dizimar, eis a questão!

Um dos assuntos mais debatidos hoje dentro das igrejas sem dúvidas é a validade do DÍZIMO, todos os dias vejo cristãos postando nas redes sociais frases contrarias ao dízimo, o que mais chama a atenção não é apenas o posicionamento das pessoas sobre o assunto, mas a fundamentação, TODAS as pessoas que conheço que se dizem contrarias ao dízimo são superficiais biblicamente, inconstantes, alheios a todo corpo e alegam não ser uma prática no Novo Testamento.

Em minha opinião apesar de entender que do ponto de vista neotestamentário o dízimo  não é normativo, tenho percebido que muitos daqueles que advogam a abolição do dízimo  o fazem por razões escusas, cujas motivações principais se devem  a avareza, falta de conhecimento bíblico e/ou adesão ao pluralismo e relativismo religioso. Leia mais

TOMANDO A DECISÃO DE ARRISCAR-SE

Irmãos, sigam unidos o meu exemplo e observem os que vivem de acordo com o padrão que lhes apresentamos. Pois, como já lhes disse repetidas vezes, e agora repito com lágrimas, há muitos que vivem como inimigos da cruz de Cristo. Quanto a estes, o seu destino é a perdição, o seu deus é o estômago e têm orgulho do que é vergonhoso; eles só pensam nas coisas terrenas. A nossa cidadania, porém, está nos céus, de onde esperamos ansiosamente um Salvador, o Senhor Jesus Cristo. – Filipenses 3:17-20

O QUE É A SUA VIDA? Leia mais

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Enem, invasões e romantismo: a canção da violência política

Abertura. A Besta.

William Golding, no clássico O Senhor das Moscas, nos ensinou uma lição importante e inesquecível sobre a natureza das crianças e, consequentemente, sobre os seres humanos: “que engraçado é achar que a Besta é algo que podem caçar e matar”. Nós sabemos — ou deveríamos saber — que não há saída. A Besta não pode ser morta, nem por crianças nem por adultos. Na verdade, não pode ser morta por ninguém. A Besta somos todos nós. Filosoficamente falando, um dos maiores problemas do otimismo romântico, cuja origem como se está cansado de saber remonta a Rousseau — o maior inimigo da propriedade privada —, foi acreditar na bondade natural dos seres humanos. No idílico estado de natureza, os seres humanos eram bons, mas a propriedade privada — o tentador fruto proibido — produziu esta terra desolada e nos exilou do paraíso. Infelizmente, mesmo depois de tudo o que o infeliz século XX atravessou, essa crença não se exauriu. Continua a povoar corações e mentes em busca de reconciliação redentora. O fato é que todo esforço civilizatório contra a barbárie não passa de uma frágil e superficial camada que cobre — na tentativa de barrar e controlar — a grande besta em todos nós. Rousseau, para nossa desgraça, estava errado. Leia mais

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Meus heróis morreram de OverEgo

Geração 80:

Cazuza, em uma de suas músicas, anunciou como um grito o que os jovens estavam passando na década de 80: “Meus heróis morreram de overdose, os meus inimigos estão no poder. Ideologia eu quero uma pra viver”.

Uma geração que sonhava muito com a liberdade que a ditadura abafou em seus corações. Focaram seus esforços, talentos e estudos na busca de uma ideologia que prometia uma vida mais livre! Leia mais

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Política, futebol e religião

Vamos discutir?

Estamos em mais um pleito eleitoral, é muito comum eu ouvir as pessoas aqui na igreja (infelizmente) dizerem que política, futebol e religião não se discute, creio exatamente ao contrário, porque se política e religião afetam a todos, então deve se discutir, toda e qualquer decisão que se faz na sociedade é política, e isso deve ser levado em alta consideração, e perguntas como: De onde viemos? Qual o significado da vida? Para onde iremos, ou ainda, há vida após a morte? São perguntas que nem os pais da filosofia conseguiram responder, Sócrates, Platão e Aristóteles iniciaram uma discussão em torno do transcendental, acreditando que a vida era mais do que matéria, mas não avançaram muito, foram barrados pela limitação humana, a religião, principalmente o cristianismo tem respostas a essas e a outras tantas perguntas que são cruciais na vida do indivíduo, além disso, temos no cristianismo nossas raízes, quer você seja cristão ou não, o legado que o cristianismo deixou e ainda deixa (embora haja muito que não deveria ter sido praticado), norteia a vida social, cultural, educacional, filosófica e ética da nossa sociedade, a Europa por abandonar princípios do cristianismo (religião) e mudar sua política, está vivendo dias terríveis, os piores de todos os tempos, então como não discutir política e religião? Vejo que essa discussão é necessária, e deve haver sempre, contanto que seja no campo das ideias, uma discussão racional, nunca passional. Já o futebol é paixão, não tem nada de lógico nisso, tenho alguns amigos que são torcedores do Vasco (nada contra, apesar de eu ser torcedor do Mengão), e todo ano eles acreditam que o seu time é o melhor do campeonato, mesmo sem ganhar titulo. A métrica não deveria ser as conquistas? Pergunto eu, mas recebo cada resposta sem razão de ser. Futebol não segue uma lógica, segue uma paixão, e quem está apaixonado perde o senso da razão, por isso acredito que futebol apenas deve-se torcer pelo time de coração, mas não deve se discutir, mas POLÍTICA E RELIGIÃO SE DISCUTE SIM. Leia mais

Cristãos bíblicos ou cristãos culturais

Surgiu toda uma geração de cristãos que acreditam ser possível “aceitar” a Cristo sem renunciar o mundo. A. W. Tozer
Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Tiago 1:23-24

Nosso padrão de vida material está alto, mas será que realmente melhoramos de situação? Muitos homens percebem que algo não vai bem em suas vidas, mas não conseguem determinar com clareza o problema. Permanece a sensação estranha de que talvez estejam na corrida errada. Sabem que são financeiramente mais bem-sucedidos que seus pais, mas desconfiam de que podem não estar melhor de vida, O que está realmente acontecendo? Leia mais

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A Reforma Protestante e sua contribuição para a educação moderna

No dia 31 de outubro de 1517, Martinho Lutero fixou nas portas da Igreja de Wittenberg, na Alemanha, as 95 teses contra a venda de indulgências. A data marca o início da Reforma Protestante e de um novo momento na história da humanidade.

“Nenhum aspecto da vida humana ficou intacto, pois abrangeu transformações políticas, econômicas, religiosas, morais, filosóficas, literárias e nas instituições. Foi, de fato, uma revolta e uma reconstrução do norte”, afirma o escritor Eby Frederick.

Na educação, os impactos foram determinantes. Na Idade Média, a igreja era a única responsável pela organização e manutenção da educação escolar. A partir do século 16, surgiram as nações-estados, que se opuseram ao poderio universal do papa e formou-se a classe média. Leia mais

Não há pão na casa de pão

Migalhas no chão e prateleiras vazias

A presença de Deus tem deixado de ser prioridade na igreja moderna. Estamos como uma padaria que funciona próximo da minha casa, muito “requintada“, iluminação especial, arquitetura moderna, muita diversidade alimentícia, atrai pela beleza exterior e interior, mas outro dia, por volta das 17hs fui comprar pão na padaria, para minha infeliz surpresa não havia pão na padaria, a moça perguntou-me se eu gostaria de comprar outra coisa, um café, um salgado, percebi que ali se tornara um centro de bate-papo com amigos, haviam algumas pessoas tomando café e conversando, o local é bem frequentado, inclusive por lideranças do município, aquela padaria agora era um local de encontro de amigos. Assim é que se encontra a igreja ou pelo menos parte dela, padaria abertas, mas sem pão, ofertando muitas outras coisas, um local de encontro dominical com os amigos. Não sei se o dono da padaria onde fui comprar o pão, que é um português, teve a intenção que sua padaria se tornasse um ponto de encontro entre amigos e que ofertasse muitas outras coisas, mas que vez ou outra, falta pão, mas sei que o Senhor nunca desejou isso para sua igreja, ao afirmar que Ele é o Pão da vida e quem d´Ele se alimentasse nunca teria fome (João 6:35), expressou o desejo que sempre que alguém procurasse por pão, acharia. Leia mais