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Jesus e os pobres: nenhuma semelhança com o socialismo

Hoje a pobreza é quase tão comum quanto as doenças. Na época do ministério terreno de Jesus, essa realidade era muito mais forte. Nos Evangelhos, Jesus curava com muita freqüência, principalmente os pobres. Contudo, mesmo encontrando multidões de pobres diariamente, ele só os alimentou em duas ocasiões específicas, não porque simplesmente eles eram pobres, porém porque nessas ocasiões as multidões vieram ouvir o Evangelho cedo de manhã e permaneceram com ele três dias inteiros ouvindo o Evangelho. As multidões passaram tanto tempo ouvindo a Palavra de Deus dos lábios de Jesus que ficou muito tarde, quase de noite, no terceiro dia para voltarem e se alimentarem, pois o lugar em que estavam era deserto e distante, longe de casas e lugares onde poderiam encontrar alimento. Leia mais

Por que o marxismo odeia o Cristianismo

O marxismo autêntico sempre odiou e sempre odiará o cristianismo autêntico. Se não puder pervertê-lo, então terá que matá-lo. Sempre foi assim e sempre será assim.

E por que essa oposição manifestada ao cristianismo por parte do marxismo? Por que o ódio filosófico, a política anticristã, a ação assassina direcionada aos cristãos? Por que o país número um em perseguição ao cristianismo não é muçulmano e sim a comunista Coréia do Norte?

As pessoas se iludem quando pensam no marxismo como doutrina econômica ou política. Economia e política são meros pontos. Marx não acreditava ter apenas as resposta para os problemas econômicos. Acreditava ter todas as respostas para todos os problemas. Leia mais

Marxismo-Cristão: Uma contradição alarmante

1. Para Início de Conversa

Este é o tipo de texto que me deixa feliz ao escrever, pois tratarei de campos do saber que muito me agradam discutir e que fazem parte da minha formação acadêmica. Com graduação em História e especializado em Ciência Política, conheço e estudei o marxismo sob a ótica de diversos teóricos favoráveis e contrários às ideias difundidas por Karl Marx – esta figura controversa. Sou da opinião de que algo da sua leitura acerca das relações entre empresários e trabalhadores (no contexto da Revolução Industrial) não pode ser totalmente desprezada, no entanto, creio que sua desgraça foi reduzir todo o fluxo da História apenas à questão econômica. Também acredito que ele não conseguiu escapar de algo que tanto atacou: a ideologia. O mais irônico é ter as suas ideias utilizadas como uma religião. A tragédia marxiana foi denunciar o ópio da religiosidade e acabar vendo seus seguidores produzindo uma droga sintética chamada marxismo-leninismo[1]. Leia mais

Enem, invasões e romantismo: a canção da violência política

Abertura. A Besta.

William Golding, no clássico O Senhor das Moscas, nos ensinou uma lição importante e inesquecível sobre a natureza das crianças e, consequentemente, sobre os seres humanos: “que engraçado é achar que a Besta é algo que podem caçar e matar”. Nós sabemos — ou deveríamos saber — que não há saída. A Besta não pode ser morta, nem por crianças nem por adultos. Na verdade, não pode ser morta por ninguém. A Besta somos todos nós. Filosoficamente falando, um dos maiores problemas do otimismo romântico, cuja origem como se está cansado de saber remonta a Rousseau — o maior inimigo da propriedade privada —, foi acreditar na bondade natural dos seres humanos. No idílico estado de natureza, os seres humanos eram bons, mas a propriedade privada — o tentador fruto proibido — produziu esta terra desolada e nos exilou do paraíso. Infelizmente, mesmo depois de tudo o que o infeliz século XX atravessou, essa crença não se exauriu. Continua a povoar corações e mentes em busca de reconciliação redentora. O fato é que todo esforço civilizatório contra a barbárie não passa de uma frágil e superficial camada que cobre — na tentativa de barrar e controlar — a grande besta em todos nós. Rousseau, para nossa desgraça, estava errado. Leia mais